Eu realmente precisava economizar esse mês, mas não aguentei a promoção da Cosac Naify de 50% de desconto no dia do amigo... e no sebo...
bazar exército da salvação: http://www.exercitodoacoes.org.br/nossos-bazares/onde-estamos resenha vozes roubadas: https://youtu.be/o2xHcxLnp94 - The girl who played with fire, Stieg Larsson - O Diário de Zlata, Zlata Filipovic - Presença de Anita, Mario Donado - Pantaleão e as visitadoras, Mario Vargas Llosa - a menina do capuz vermelho e outras histórias de dar medo, Angela Carter - Avenida Niévski, Nikolai Gogól - O que é cinema?, André Bazin
Antes de falar no livro, vou falar da minha experiência com sua leitura, então, se quiser saber diretamente da história, pule para o próximo parágrafo (virou blog interativo-rpg kkkkkk). Comecei lendo a versão pocket em inglês, depois esqueci o livro em casa e comecei a ler em português no aplicativo kindle do celular e depois fui alternando nas duas formas. O livro em inglês não exige grande fluência na língua, os nomes suecos dão um pouco de medo, mas depois acostumamos. Começamos com o jornalista Mikael Blomkvist, que está num tribunal acusado de calúnia e difamação contra um grande empresário sueco. Também conhecemos um pouco da história de Lisbeth Salander, resumindo muito, uma hacker. Acompanhamos os dois personagens paralelamente. Mesmo depois de se conhecerem, eles trabalham paralelamente, ficando puco tempo juntos. Parece ser normal esse tipo de escrita em livros policiais, foi assim na duologia do Franck Tilliez, lembram?
Enfim, o tribunal ainda não é o principal tema no início do livro, mas é o que vai dar o impulso pra toda investigação que Mikael vai fazer (sob contrato) de um suposto assassinato de Harriet Vanger, sobrinha de um tradicional homem de negócios da Suécia, que mora na mesma ilha onde o mistério aconteceu há mais de 30 anos...
Num primeiro momento podemos achar que é um título que "entrega" a história, mas se percebermos que em cada capítulo há um dado sobre violência contra mulher na Suécia, aí até entendemos a escolha do título. As cenas de violência são muito fortes... a história é bem chocante, mesmo depois de ter assistido ao filme e saber de toda a história, a descrição dos atos é bem surpreendente. Não houve exagero nos filmes, aquilo está realmente no livro.
O filme sueco (2009) trata da história Vanger e da trajetória jornalística de Blomkvist, não nos conta muito dos sentimentos do jornalista para com Lisbeth e Erika como é descrito no livro. Além de mudar alguns detalhes da trama e não dar profundidade à Lisbeth e também colocar flashbacks da infância dela, o que, para esta trama, não faz a menor diferença.
Já o filme americano (inglês, sueco e alemão também de 2012) é surpreendentemente melhor... tanto na fidelidade com a história do livro quanto à atuação e quanto à escolha do casting e os flashbacks do dia do desaparecimento de Harriet são bem mais oportunos. Há uma linha investigativa mais evidente e menos simplificada do que na versão sueca.
Minha recomendação é a de que assistam aos dois filmes, mas se não puder, descarte o sueco, essa é minha opinião. É difícil me verem defendendo cinema norte-americano, mas dessa vez, eles fizeram uma bela versão do livro. As opiniões parecem um pouco divididas quanto qual é melhor, mas EM RELAÇÃO AO LIVRO, o americano é mais fiel. O que eu comparo é a fidelidade com o texto. Nesse caso, a versão de 2012 é superior.Enfim...
História de mãe e filha que não conseguem se impôr na vida... conhecemos as duas no momento em que a mãe está se separando e a filha está sofrendo bullyngs (provocações) muito abusivas das que antes eram suas melhores amigas. Essas provocações começam a se tornar físicas até que um acidente faz com que ela não consiga mais ir pra escola, Shelley passa a ter aulas em casa.
As duas se mudam pra uma casa afastada da cidade e no aniversário de 16 anos de Shelley, a casa é invadida por um ladrão bêbado... a partir daí, muita coisa muda na vida das coisas. É meio "clichê", mas o livro é curtinho, se eu contar qualquer coisa a mais, perde a graça!
Oiê! É realmente possível entender por que Alfred Hitchcock comprou todos os exemplares do livro depois de ler... o livro de Robert Bloch é cheio de suspense, mistério e eu diria "desinformação" de uma forma inteligente... (estranho, né?). Ele é bem mais direto do que o filme, porém nele, conhecemos mais o personagem Norman Bates.
É um livro rápido e fácil de ler, a história é curta, eu não me importaria se o autor transformasse essa mesma história num livro de 1000 páginas, há coisa a ser explorada. Mas talvez ele seja tão bom por isso, pela sua simplicidade e despretensão.
Lido na maratona literária de inverno que o victor do geek freak está promovendo... era pra ser um minuto de vídeo, mas... se transformou em quase dois :D
Daniel Quinn é um escritor "deprimido". Sua mulher e seu filho estão mortos e agora ele escreve sob o pseudônimo de William Wilson romances policiais. Ele começa a receber ligações de uma mulher procurando por Paul Auster, o detetive. Numa dessas ligações ele decide se passar pelo detetive e aceitar o caso. Ele vai até a casa de Peter Stillman (filho), ele fala frases desconexas e a mulher dele acaba resumindo a história: Peter ficou preso anos pelo pai num quartinho sem janelas e sem luz porque o pai acreditava que assim, qualquer pessoa poderia falar a "língua de Deus" que Adão e Eva esqueceram depois de morder a maçã no jardim do Éden.
O pai escrevera um livro com suas teorias, mas quando as autoridades acabaram descobrindo a situação de Peter, prenderam o Peter (pai). O detetive foi chamado pois chegou o dia da soltura do pai e a esposa do filho se sente ameaçada.
Daniel Quinn encarna o personagem e vigia o pai para saber se ele realmente é uma ameaça. Ele fica tão mergulhado no caso que depois de um tempo não sabemos o que é realidade e o que não é. Recomendo muito! Assim como a leitura do conto original (apesar desta adaptação ser bem fiel à história).
(Vou fazer um minuto de vídeo para cada livro lido na maratona literária de inverno promovida pelo Geek Freak!) Antes de mais nada, você há de saber que originalmente, este "guia" foi feito para o rádio, especificamente para a BBC. O autor era um apaixonado por tecnologia e isto está bem claro no livro, porém sem se tornar técnico demais. Trata -se de um autor britânico, então as piadas são bem educadas. O comportamento do personagem terráqueo é bem calmo levando-se em consideração que ele foi o único ser humano que sobreviveu à destruição da Terra. Arthur Dent foi salvo por um alienígena que acabou ficando preso no planeta por quinze anos se disfarçando de ator desempregado. Nada de heroísmo quanto ao que aconteceu com o fim do nosso mundo. Sabemos de seu fim há uns vinte minutos do impacto, não há nada a ser feito. Depois do fim... o começo das aventuras de Arthur Dent e seu amigo de Betelgeuse, Ford Prefect. Por tudo que somos apresentados, está claro que haverá muito papel e caneta pra explicar tudo isso. A leitura é rápida, tudo é explicado, porém, não busque lógica, aceite! E você vai se divertir muito com essa mistura de ficção científica e humor britânico!
Finalmente consegui editar e carregar este vídeo!!! :D A seleção de livros para a Maratona Literária de Inverno 2015, promovida pelo geek freak! (#MLI2015)
Vídeo de apresentação:http://youtu.be/giV3fFuq0p4
Evento no face: https://www.facebook.com/events/799368423511733/
TBR #MLI2015: O guia do mochileiro das galáxias, Douglas Adams - desafio: iniciar uma série Jogos vorazes, Suzanne collins - desafio: começar trilogia Cidade de vidro, Paul Auster - desafio: livro com ilustrações ou desenhos Psicose, Robert Bloch - desafio: livro que virou filme Estrada da noite, Joe Hill Ratos, Gordon Rice O poder do subconsciente, Joseph Murphy - desafios: livro que ganhei, que alguém escolheu por mim e de gênero que menos li ano passado The Girl with the dragon tatoo, Stieg Lars - desafio: livro com mais de 400 páginas Vidas provisórias, Ednei Silvestre - desafio: capa azul Olhai os lírios do campo, Érico Veríssimo Meus documentos, Alezandro Zambra - desfio: capa azul Mary Poppins, P.L.Travers - desafio: livro com ilustrações ou desenhos